O que é câmbio paralelo e como encontrá-lo em Buenos Aires?

Além do câmbio oficial, que não é muito vantajoso para nós, brasileiros, também há o famoso “câmbio paralelo” em Buenos Aires, que eu vou te contar como funciona nesse post 😉

Primeiramente, é importante saber que a melhor forma de economizar em Buenos Aires é levando dinheiro em espécie, seja dólar ou real, para cambiar lá.

Nota: É sempre bom levar um pouco de pesos daqui para BA, que você irá trocar por um câmbio não muito favorável aqui no Brasil, para casos de possíveis emergências ou até mesmo que você consiga trocar seu dinheiro lá.

Câmbio paralelo

O nome já diz né minha gente, é um câmbio paralelo com o oficial 😛 Falando no português claro, é uma forma bonitinha de nomear um câmbio que é ilegal (câmbio negro), mas que é muito comum por lá!

Vale a pena?

Sim, muito!

Vou contar o meu caso. Quando fui em outubro/2016, eu pesquisei bastante se compensava levar dólares ou reais para trocar em BA e cheguei a conclusão de que compensaria dólares.

Ok, partindo daí, quando cheguei lá, a diferença do câmbio oficial x  paralelo, naquela época era de 3,5 pesos por dólar, ou seja, como eu troquei 300 dólares, eu “ganhei” na diferença de cotação 1.050 pesos!

Ouuuuuuu seja, valer a pena, vale! Porém fica a critério de cada um, né?

Essa prática é muito comum lá, como eu já disse, tanto é que o câmbio paralelo é oferecido descaradamente nas ruas e galerias.

Onde eu acho o câmbio paralelo?

Através de alguns grupos no Facebook e outros blogs, descobrimos o Nestor, que além de vender passeios turísticos, faz o câmbio paralelo. Dependendo da quantidade pretendida, ele leva até você 😀 #praticidades

Porém nem tudo são flores, por mais que o câmbio dele seja melhor que o oficial, não é tão bom quanto o da  Calle Florida.

Atenção! Há um grande indíce de notas falsas circulando em BA, inclusive nas casas de câmbio oficiais! Então fique esperto… Como as notas são perfeitas, resolvemos comprar aquelas canetinhas aqui no Brasil mesmo que descobrem dinheiro falso, sabe? Levamos na viagem e passamos em todas as notas que recebemos. Não tivemos problema com nenhuma, ufa!

Uma das melhores vantagem do Nestor é que ele não repassa notas falsas, ou seja, se você não quiser correr o risco, troque com ele.

Outros lugares bem comuns para fazer a troca de dinheiro por lá são:  Calle Florida, Calle Sarmiento e Galerias pacífico. Certamente existem outros , porém só conheço esses.

Então vá na fé, que com certeza você vai ouvir muito “câmbio” “câmbio” dos “intermediários” como se fossem uns rôbos… no começo é até engraçado, depois é irritante, muito irritante.

Veja também: Como viajar com pouco dinheiro?

Posso negociar a cotação no câmbio paralelo?

Não só pode como deve! Em tudo nessa vida, né? Sempre negocie. Geralmente essas pessoas “intermediárias”, que oferecem câmbio na rua, ganham uma comissão. Então provavelmente vão te oferecer o mínimo (sendo um pouco mais do que o oficial), para morder a parte deles, entenderam? Então chorem mesmo na cotação. Lembre-se, quanto mais dinheiro, melhor o câmbio.

Há muita opção, então negocie.

Última dica

Quando estiver perto da sua viagem, pesquise se compensa levar dólares ou reais aqui do Brasil para cambiar em Buenos Aires. Há muitos blogs com preços atualizados periodicamente do câmbio paralelo, ou até mesmo, se for o caso, pergunte ao Nestor e chegue as suas conclusões. 😀

Se você já esteve em Buenos Aires e trocou dinheiro no câmbio paralelo, deixe nos comentários o lugar e se possível a cotação, para que possa ajudar outros leitores. ¡Gracias!

Se você deseja ver os outros postes sobre a Argentina, os links estão aqui embaixo. Um beijo e até o próximo post.

O que fazer em Buenos Aires – Parte 3

O que fazer em Buenos Aires – Parte 2

O que fazer em Buenos Aires – Parte 1

É caro viajar para Buenos Aires?

Escolhendo sua casa de tango em Buenos Aires

Parque de La Costa – Vale a pena?

**Post Atualizado em 23 de Agosto de 2017.

Rodrigo Coelho

Advogado.
Apaixonado por culturas, cheiros e sabores diferentes.
Viajante compulsivo.

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Autor: Rodrigo Coelho

Advogado.
Apaixonado por culturas, cheiros e sabores diferentes.
Viajante compulsivo.

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